Fins aviat, Barcelona!
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Fins aviat, Barcelona!

Antes desses mais de nove meses, eu nunca havia tido a experiência de morar em outra cidade. No máximo, passava férias ou períodos curtos. Viver esse tempo aqui me permitiu aprender outro idioma, conhecer outra cultura, descobrir novos lugares e viver experiências inesquecíveis. O período de doutorado-sanduíche chegou ao fim. Agora é hora de voltar para colocar a fatia de cima do pão no meu doutorado: qualificar e, depois, defender a tese.

Participei do principal encontro internacional de Ecologia Política
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Participei do principal encontro internacional de Ecologia Política

Considerado o principal encontro internacional de Ecologia Política, o evento reúne pesquisadores de diversos países para debater temas como justiça ambiental, conflitos socioambientais, extrativismo e transições ecológicas. Minha participação permitiu acompanhar diferentes perspectivas sobre as relações entre sociedade, natureza e poder, contribuindo para as reflexões da minha pesquisa de doutorado.

O início da despedida
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O início da despedida

Hoje terminei de escrever o que vim escrever aqui na Universitat Autònoma de Barcelona (UAB). Agora é só aguardar a avaliação dos orientadores, fazer as correções e curtir as últimas semanas deste sonho.

Na imagem um registro do lugar onde eu trabalhei, com vista da janela do meu quarto da Vila Universitária 2 da UAB, numa bonita tarde da primavera catalã.

Jornalismo socioambiental em meio às disputas narrativas e resistências ecoterritoriais: uma proposta conceitual
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Jornalismo socioambiental em meio às disputas narrativas e resistências ecoterritoriais: uma proposta conceitual

O artigo de Bragança, Mangas e Steinbrenner, publicado na Organicom (v.48, 2025), revisa pesquisas sobre coberturas de desastres e conflitos na Amazônia. Identifica que o jornalismo convencional centraliza instituições e reforça enquadramentos de “tragédia natural”, enquanto mídias independentes ampliam a escuta de povos e territórios. O estudo propõe um modelo conceitual de jornalismo socioambiental baseado em ecologia política, territorialidade e justiça socioambiental.

A escuta como prática do jornalismo alinhado ao bem-viver na/sobre Amazônia
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A escuta como prática do jornalismo alinhado ao bem-viver na/sobre Amazônia

O estudo de Mangas, Steinbrenner e Bragança, publicado na Culturas Midiáticas (v.24, 2025), analisa a cobertura da seca de 2024. A Folha de S. Paulo priorizou fontes oficiais e especialistas, sem escutar populações amazônicas. O Amazônia Real valorizou ribeirinhos e indígenas, alinhando-se ao Bem-Viver e à justiça socioambiental.